Terça-feira, 29 de setembro de 2026

Pai em Colíder denuncia o mau atendimento na saúde publica da nossa cidade.

O pai das crianças entrou em contato com a nossa redação e explanou a situação.

Pai em Colíder denuncia o mau atendimento na saúde publica da nossa cidade.
Foto: LatinoFoto: Arquivo Colíder News

As duas crianças dele passaram mau e ele teve que enfrentar a má vontade do atendimento publico da nossa saúde.



Nos relatos deste pais de família, suas crianças passaram mau e ele foi mau atendido pelos profissionais da saúde municipail, ele começa as suas declarações assim; “Ontem, dia 11 de abril de 2024, precisei de atendimento médico em dois momentos. O primeiro para a minha filha de 11 anos, no período matutino a direção da escola informou-me que ela não se sentia bem na escola.   O outro momento foi no período vespertino, dessa vez busquei atendimento para meu filho de 14 anos, pois também, estava ruim na escola.

 

Eu trabalho longe da cidade e nessa semana minha esposa

precisou viajar à serviço, fiquei incumbido de cuidar das crianças (não que ela estando aqui eu não o faça também). Como dito supra, ontem por volta das nove horas a direção da escola informou que minha filha estava ruim e se eu poderia busca-la. Imediatamente peguei um carro e desloquei-me à escola. Pelo fato de não trabalhar na cidade, demorei cerca de uma hora para chegar na escola, até chegarmos ao PSF central demorou cerca de 30 minutos. Procurei a recepcionista, afim de conseguir atendimento, fui informado que já eram 10:30 da manhã e que o atendimento se encerraria as 11, questionei-a a respeito dos 30 minutos faltantes, a moça da recepção disse: “os médicos não gostam que se iniciem atendimento após as 10:30, pois atrasaria o almoço deles e mais uma coisa estamos sem internet”. Entendi que o argumento “internet” foi usado de ultima hora. Desloquei até o PSF que fica próximo a praça do Sardinha e adivinha já passavam das 10:30 e a partir desse momento o atendimento seria feito apenas pela UPA. Onde meu “calvário matinal” encerrou com um bom atendimento recebido pela equipe da UPA.

 

Por volta das 13:00 (uma da tarde) a direção do colégio que meu filho estuda entrou em contato comigo

dizendo que ele também estava ruim e se eu poderia busca-lo. Então pedia minha vizinha que ficasse com minha filha pois eu precisava buscar meu filho, tudo combinado. Fui até a escola e busquei meu filho. Parei novamente no PSF central, para sermos atendidos demorou uns 30 minutos, para a triagem mais 1 hora (durante essa uma hora e meia meu filho reclamando de dor no corpo e deitado nas cadeiras) durante o atendimento da triagem fui informado que ela – a enfermeira – iria ver com a médica a possibilidade de consultar meu filho pois as quintas a tarde o atendimento é para as gestantes com horário marcado. De pronto a indaguei quanto ao meu filho não saber quando precisaria de atendimento médico para marcar uma consulta, ela me disse: “tudo bem, meu senhor, mas as quintas a tarde são apenas para atendimento as gestantes com horário marcado, a minha parte está feita. Vou ver com a médica se ela pode atender” a partir dessa primeira indagação em relação a atendimento a médica (não consegui saber o nome dela) ela – a médica – passou por mim 3 vezes em todas elas de rosto fechado mostrando certa raiva, as outras “trabalhadoras” do PSF passavam rindo de mim. Questionei a atendente se poderiam me encaminhar e ela me disse que somente a médica poderia fazê-lo.

 

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Mais 30 minutos de aguardo perguntei novamente quanto ao atendimento do meu filho que estava com dor e deitado na recepção. Foi quando a médica sorrindo chamou pela próxima paciente. Já com muita raiva as questionei a atendente se a média iria me atender ou seria necessário eu solicitar uma viatura da polícia pelo fato de a médica estar negando o atendimento ao meu filho, foi nesse momento que a enfermeira da triagem me deu um encaminhamento a upa. Porém ao chegar na UPA todos já sabiam, a enfermeira da triagem (UPA) quando me viu sentado nos bancos de madeira me reconheceu de manhã e nos chamou até rápido e o atendimento do médico também muito rápido, mas muito rápido mesmo, do tipo que quando entramos no consultório já estavam impressos a receita, pedido de exame e atestado. Se ficamos 3 minutos no atendimento foi muito. A minha vizinha precisou sair e deixou minha filha em casa sozinha e graças a Deus nada de ruim aconteceu a ela. 

Acredito que a prefeitura/sec. de Saude municipal deveriam averiguar e treinar melhor seus funcionários, pois se o atendimento deve-se encerrar as 11:00 porque a partir das 10:30 encerra o atendimento? Pela lógica da medica que estava atendendo ontem no PSF central devemos começar a prever o futuro e agendar os atendimentos para quem estiver passando mal ou a prefeitura deveria abrir uma UPA (unidade de pronto atendimento) de verdade que não fecha no almoço e também de madrugada e feriados e finais de semana”, exclamou o Pai.

 

Isso e um depoimento real, é não e de hoje que a nossa saúde municipal vem capengando nos atendimentos, e se precisar de medicamentos da farmácia popular, ultimamente não se acha, e essa situando vexaminosa vem se arrastando à meses.

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