Quinta-feira, 8 de outubro de 2026

PC caça pai após filha mostrar vídeos de sexo em escola em VG

Homem fugiu após colégio acionar Conselho Tutelar

PC caça pai após filha mostrar vídeos de sexo em escola em VG
Foto: Arquivo Colíder News

Professoras de uma escola estadual em Várzea Grande denunciaram à Polícia Civil um homem por abusar sexualmente de sua própria filha de 14 anos. O suposto estupro de vulnerável foi descoberto depois que as amigas da menor viram um vídeo no celular da vítima que mostrava o pai tendo relações sexuais com a menina.


O caso foi exibido no Programa do Pop, da TV Cidade Verde, nesta quinta-feira (13). O homem não foi encontrado pela PC. 

Segundo as informações, os abusos ocorriam desde que a menor tinha 11 anos. Uma testemunha acredita que o homem tenha manipulado a menina para que pensasse que aquilo era normal.

Após ficar sabendo do vídeo, o pai teria ido até a escola e ameaçado os alunos depois "sumiu". "A mãe da menina tem praticamente problemas mentais. Não é 100%. A menininha, deve ter uns 13, 14 anos. Vi o vídeo no celular dela. É o pai dela estuprando ela. Eles fizeram relação como se fosse marido e mulher. O pai deixou, ensinou, tipo, passou a estuprar ela como se fosse normal", relatou uma testemunha.

O programa também exibiu trechos do boletim de ocorrência. Nele, consta que a direção da escola, ao saber do vídeo, acionou o Conselho Tutelar e a Polícia Civil.

A mãe afirmou que não sabia dos abusos. "A vítima estava na escola no período vespertino onde alguns colegas na escola chegou e falou que um vídeo onde este estaria a menor e o suspeito tendo relação sexual", cita trecho do boletim.

Questionada sobre a gravação, a menina começou a chorar ao ouvir as amigas afirmarem que o pai seria preso. De acordo com as informações, uma psicóloga conversou com a aluna, que relatou não se lembrar das datas exatas dos abusos, mas disse que começaram quando ela tinha 11 anos.

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Ela também mencionou que tinha medo de o pai bater nela caso se recusasse a ter relações sexuais, ressaltando que ele nunca a ameaçou ou agrediu. O caso está sob investigação da Polícia Civil.


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