O contrato da esposa de Moraes com Master foi citado em um pedido de investigação levado à PGR (Procuradoria-Geral da República), mas o procurador-geral Paulo Gonet determinou o arquivamento da solicitação, sem abertura de apuração, nesta segunda-feira (29).
A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (29). No material apresentado ao Ministério Público, não haveria elementos suficientes para mobilizar a estrutura da PGR.
O que a PGR decidiu sobre o contrato da esposa de Moraes com Master
No despacho, Gonet determinou o arquivamento do pedido que sugeria investigar uma possível atuação do ministro Alexandre de Moraes (STF) no chamado “caso do Banco Master”.
Ao tratar do contrato, o procurador-geral registrou que “não se vislumbra, a priori, qualquer ilicitude” que justificasse a intervenção da PGR.
Segundo o texto publicado, uma das justificativas apresentadas para pedir a apuração foi o contrato entre o banco e o escritório liderado por Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.
Ainda conforme o Metrópoles, o contrato totalizaria R$ 129 milhões, com pagamento em 36 meses a partir do início de 2024, o que equivaleria a R$ 3,6 milhões por mês.
Gonet também afirmou que “refoge ao escopo” da Suprema Corte interferir em negócios jurídicos firmados entre particulares, citando a autonomia da atividade da advocacia.
Ao concluir, o procurador-geral anotou que o noticiário citado no pedido “não ostenta densidade suficiente” para justificar a atuação da PGR no caso.
Com informações de Metrópoles


