Terça-feira, 29 de setembro de 2026

Pivetta acha justo AL prestar apoio jurídico a mato-grossenses presos no DF

Governador em exercício ainda declarou que acredita que outros atos não serão realizados: "bom senso vai vencer"

Pivetta acha justo AL prestar apoio jurídico a mato-grossenses presos no DF
Foto: Arquivo Colíder News

O governador em exercício, Otaviano Pivetta (Republicanos), elogiou, nesta quinta-feira (12), a inciativa da Assembleia Legislativa de criar um grupo de trabalho para prestar auxílio jurídico aos mato-grossenses presos em Brasília por participação nos atos terroristas. Ele participou de evento de posse da nova Diretoria da Polícia Civil em Mato Grosso, realizado nesta tarde, ocasião em que também foi pergutado sobre quais sanções o Estado aplicaria em eventual identificação de envolvimento de servidores estaduais no episódio de vandalismo: "se algum servidor que faltou o trabalho e foi pego em delito, obviamente, vai sofrer processo administrativo”, disparou. 

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Questionado se achava justo os presos mato-grossenses receberem apoio jurídico da Assembleia, Pivetta resumiu que todos têm direito de receber assistência. “Eu acho importante. Todo mundo tem direito à assistência. Eu não sei quantos mato-grossenses estão lá. Lamento muito que tenha algum lá. Todo cidadão tem direito de ser assistido e a Assembleia tomou uma boa decisão. Se a Assembleia decidiu que sim, é. Os deputados representam a sociedade. São legítimos, é a voz do povo”, colocou.

Otaviano Pivetta e os outros 26 governadores do país colocaram as diferenças políticas em segundo plano para garantir a defesa da democracia e se reuniram com o presidente Lula (PT) na segunda-feira (9). Na ocasião, os governadores reforçaram, de forma unânime, o repúdio aos ataques terroristas ocorridos em Brasília no último domingo.

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“Eu votei no Bolsonaro, o Bolsonaro perdeu e agora vamos respeitar o governo que está instalado e trabalhar. Eu acredito que não (ocorrerão outros ataques). O bom senso vai vencer, mas se tiver, nós vamos cumprir a lei. O estado de Mato Grosso é um estado ordeiro. Eu não acredito, mas, se houver, as forças de segurança do Estado estão prontas para agir e defender os interesses da sociedade”, reafirmou Pivetta, nesta quinta.

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Na quarta, uma mobilização das forças de segurança frustrou as tentativa de manifestação golpista na Praça das Bandeiras, em Cuiabá. Sob chuva, policiais militares, federais, rodoviários federais, bombeiros e agentes da Mobilidade Urbana e da Segurança Pública de Cuiabá permaneceram no local para evitar a aglomeração de manifestantes.

O ato foi convocado em todas as capitais brasileiras com o objetivo de “tomar o poder”. Porém, decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a supressão de qualquer ato antidemocrático pelas forças de segurança municipais, estaduais e federais.

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