Domingo, 4 de outubro de 2026

Prostituta e mais 3 são presos por morte de trabalhador paulista

Um dos presos teria visto no perfil da vitima um sinal aparentando ser de um facçao rival de SP.

Prostituta e mais 3 são presos por morte de trabalhador paulista
Foto: Arquivo Colíder News

Quatro investigados por assassinato e ocultação de cadáver do jovem trabalhador paulista Francisco Venicius Sousa Nascimento Barros, 21, foram presos pela Delegacia da Polícia Civil de Diamantino nesta sexta-feira (14). Uma garota de programa e outros 3 faccionados envolvidos na morte do rapaz por ter feito "sinal de 3" com a mão em foto de perfil de rede social estavam com as prisões temporárias decretadas desde o crime, em março deste ano.



Francisco desapareceu no início de março no Distrito de Deciolândia. Ele estava na região trabalhando em uma prestadora de serviço do interior de São Paulo para uma empresa de bioenergia. 

 

No dia 6 de março, o jovem saiu do hotel em que estava hospedado, com outros colegas de trabalho, e não informou para onde iria. Na manhã seguinte, as testemunhas informaram ao encarregado da empresa sobre a ausência do rapaz e procuram por ele na região, mas sem sucesso. O gerente da empresa procurou a Polícia Civil em Tangará da Serra e registrou o desaparecimento.

A partir do conhecimento sobre o ocorrido, a delegacia de Diamantino iniciou as diligências para esclarecer as circunstâncias em que Francisco sumiu e constatou que ele frequentou um prostíbulo no distrito, onde contratou os serviços de uma profissional no local.

Profissionais do prostíbulo foram ouvidas, além de outras testemunhas, e forneceram informações que auxiliaram a Polícia Civil a delinear a linha de investigação e identificar os envolvidos no desaparecimento e assassinato de Francisco. 

Francisco manteve contato por telefone com a garota com quem contratou um programa. A investigada viu uma foto no perfil do aplicativo WhatsApp da vítima, onde ele fazia um sinal de 3 com a mão, o que foi deduzido como alusão a uma facção paulista.

 

A garota de programa armou então uma emboscada para que a vítima comprasse entorpecente. No local, Francisco foi executado por 3 integrantes de uma facção criminosa que domina a região. Depois ocultaram o corpo da vítima. 

O delegado Marcos Bruzzi representou pelas prisões temporárias dos quatro envolvidos – a garota de programa e 3 executores do crime -, que foram cumpridas entre esta quinta e sexta-feira. 

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“A partir dessas prisões queremos reunir outros elementos probatórios que possam esclarecer toda a dinâmica do desaparecimento da vítima, como ela foi morta e o onde o corpo foi ocultado”, comentou o delegado de Diamantino

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