Os levantamentos no local foram conduzidos em cooperação com equipes do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) e do V Seripa (Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos). Para documentar com exatidão a disposição dos destroços e as características da área atingida, os peritos empregaram tecnologia de scanner 3D, gerando um registro técnico detalhado de toda a cena do acidente.
Todas as evidências e vestígios considerados relevantes para determinar a dinâmica do impacto foram recolhidos e repassados aos técnicos do Cenipa, responsáveis pelas investigações das causas aeronáuticas. Os elementos colhidos também subsidiarão os laudos que estão sendo elaborados pela própria Polícia Científica.
A partir de quinta-feira (24), as equipes especializadas dão início ao processamento e à modelagem digital das imagens obtidas pela varredura em 3D. A instituição ressaltou que ainda não há um prazo definido para a entrega dos laudos periciais finais, visto que o encerramento do documento depende do andamento das análises digitais e do compartilhamento de dados técnicos fornecidos pelo Cenipa.
Em nota, a Polícia Científica reafirmou que a apuração do caso vem sendo realizada com rigor técnico, método criterioso e articulação constante entre os órgãos estaduais e federais envolvidos na investigação.


