Após a apresentação da defesa da juíza sobre o pedido de suspeição do desembargador Sakamoto ficou definido que este julgamento será feito pelo juiz Jackson Coutinho, na quarta-feira. Mas, o Ministério Público Eleitoral já deixou claro ser contra o afastamento do desembargador do processo.
Falta de quorum. Este foi o motivo do adiamento do julgamento que poderia culminar com a cassação do mandato de senadora da ex-juíza Selma Arruda (PSL) na manhã desta terça-feira, no Tribunal Regional Eleitoral. Além disso, a defesa da parlamentar entrou com pedido de suspeição contra o desembargador Pedro Sakamoto, que teria apresentado no dia 4 de abril, de forma antecipada o seu voto em conversa com a imprensa mato-grossense.
A sessão que deveria julgar o pedido de cassação da juíza Selma Arruda, deveria ter acontecido na manhã desta terça-feira. Mas, faltou quórum para o julgamento. A desembargadora Marilsen Addário será convocada para participar de sessão na quarta-feira (10), nova data prevista para julgamento.
Após a apresentação da defesa da juíza sobre o pedido de suspeição do desembargador Sakamoto ficou definido que este julgamento será feito pelo juiz Jackson Coutinho, na quarta-feira. Mas, o Ministério Público Eleitoral já deixou claro ser contra o afastamento do desembargador do processo.
Além de Selma Arruda, são acionados no processo os suplentes Gilberto Eglair Possamai e Clérie Fabiana Mendes. As partes requerentes são o advogado Sebastião Carlos e o ex-vice-governador, Carlos Favaro. Ambos se interessam pelo cargo.
A senadora é acusada de ter contratado de forma irregular uma agência para serviços de publicidade de campanha antes do período autorizado pela legislação eleitoral.


