Na bronca com a decisão judicial, que suspendeu verba indenizatória para conselheiros, substitutos e auditores, o que representava um robusto complemento salarial, o TCE-MT resolveu também dar o troco. Mandou tirar a mesma vantagem do bolso de servidores públicos.
Uma das primeiras prefeituras a receber notificação do TCE, alertando para excluir da folha a verba indenizatória, é a Várzea Grande, sob Lucimar Campos.
O problema é que, sem VI, milhares de servidores vão sentir redução drástica em seus subsídios. Para alguns, chegará a 40%. A prefeitura terá de fazer novo enquadramento salarial. Dentro dos limites da lei fiscal sobre gastos com pessoal, poderá até incorporar no salário o que se chama de verba extra, mas não como VI ou outra definição.


