Quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Silval e Riva serão ouvidos e Sérgio Ricardo interrogado em ação

Juiz Bruno D'Oliveira Marques marcou audiência para o dia 25 de março, às 14h no Fórum de Cuiabá

Silval e Riva serão ouvidos e Sérgio Ricardo interrogado em ação
Foto: ReproduçãoFoto: Arquivo Colíder News

A Justiça marcou para o dia 25 de março os depoimentos do ex-governador Silval Barbosa e do ex-deputado estadual José Riva, na condição de colaboradores, na ação que apura a suposta compra de uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).


 

No mesmo dia, também será ouvido o ex-secretário de Finanças da Assembleia Legislativa, Luiz Márcio Bastos Pommot, como testemunha do juízo.

 

Posteriormente será realizado o interrogatório do conselheiro Sérgio Ricardo.

 

A decisão é do juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara de Ações Coletivas, e foi publicada na última semana.

 

A audiência está marcada para às 14h, no Fórum de Cuiabá.

 

Na decisão, o magistrado informou que os demais acusados que desejarem ser ouvidos também poderão comparecer à audiência.

 

Respondem a ação por improbidade administrativa os ex-governadores Blairo Maggi e Silval Barbosa, o ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Riva, o ex-deputado estadual e atual conselheiro Sérgio Ricardo, os ex-conselheiros Alencar Soares e Humberto Bosaipo, o ex-secretário de Estado de Fazenda Eder Moraes, o empresário Júnior Mendonça e o filho de Alencar, Leandro Valoes Soares. 

 

Na última semana, o juiz negou recurso de Blairo Maggi, que pedia a prescrição da ação com base na nova Lei de Improbidade Administrativa.

 

Também negou pedido do Ministério Público Estadual, que se manifestou contra a prescrição mas pedia o arquivamento do processo em relação a Blairo Maggi.

 

A alegação era de que um processo com os mesmos fatos foi extinto pela Justiça Federal.

 

A suposta negociata  

 

O esquema de venda e compra de vaga no TCE-MT teria iniciado em 2009. Segundo o MPF, naquele ano Alencar Soares teria recebido R$ 2,5 milhões de Sérgio Ricardo para lhe ceder a vaga.

 

Ocorre que depois Alencar Soares teria aceitado outra proposta do então governador Blairo Maggi e de seu secretário de Fazenda Éder Moraes para continuar no cargo.

 

O objetivo desse novo acordo era assegurar que Éder Moraes e não Sérgio Ricardo fosse indicado para o TCE. De acordo com a denúncia, naquele momento, foram repassados R$ 4 milhões ao conselheiro.

 

Ao Ministério Público Federal, Éder Moraes disse que “algum tempo depois, tomou conhecimento de que Sérgio Ricardo e Alencar Soares teriam voltado a negociar a vaga no Tribunal de Contas”.

Acompanhe o nosso trabalho também nas redes sociais;

Siga a nossa página do Colidernews no Facebook.

Acompanhe nossas matérias no Grupo de WhatsApp.

Saiba tudo do nosso site na pagina oficial do Twitter.

Siga o Colidernews também no Instagram.

Faça parte do nosso grupo de notícias no Telegram.

Junte-se a nós também no Grupo do Colidernews no Signal.

 

Disse também que não se opôs à medida porque a vaga era da Assembleia Legislativa.

 

No total, a suspeita é de que o esquema custou cerca de R$ 12 milhões.

 

Os valores teriam sido desviados da Assembleia Legislativa ou do Executivo por meio de estratégias como contratações simuladas de serviços que jamais foram prestados.

Esta informação foi útil?Compartilhe com seus contatos.
22ª Festa do Carneiro
Publicidade 22ª Festa do Carneiro Conhecer parceiro