No mês de junho, a Amazônia e o Cerrado enfrentaram um aumento alarmante no número de queimadas, atingindo níveis recordes durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou dados preocupantes que apontam para uma situação crítica nos dois biomas.
De acordo com o Inpe, a Floresta Amazônica registrou 3.075 focos de incêndio no mês de junho, sendo o segundo maior número já registrado para este período, perdendo apenas para os 3.519 incêndios contabilizados em junho de 2007. Comparado ao mesmo mês do ano passado, houve um aumento significativo, já que em 2022 foram registrados 2.562 focos de incêndio.
Os números também mostram que o primeiro semestre deste ano apresentou um aumento nas queimadas em relação ao mesmo período do ano anterior. Ao todo, foram registrados 8.344 incêndios, representando um crescimento de 10% em relação a 2022.
Apesar de menor em proporção, o Cerrado também sofreu com o aumento das queimadas em junho. Enquanto no mesmo mês de 2022 foram registrados 4.239 incêndios, neste ano houve um aumento para 4.472 ocorrências, representando um crescimento de 5%.
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Esses dados preocupantes destacam a urgência de ações e políticas efetivas para combater o desmatamento e o uso indiscriminado do fogo nessas regiões. As queimadas têm causado graves danos ambientais, impactando a biodiversidade, contribuindo para a emissão de gases de efeito estufa e comprometendo os recursos naturais essenciais para a sobrevivência das comunidades locais.


