O ar frio de origem polar que atuou no começo da semana passada já perde força a partir desta segunda-feira (23), quando a temperatura volta subir em Cuiabá. Segundo o Clima Tempo, as madrugadas e manhãs ainda serão frias pelo menos até quarta-feira (25), mas as temperaturas máximas voltam subir no período da tarde em todos os municípios de Mato Grosso.
No entanto, a umidade relativa deve entrar em níveis mais críticos com a massa de ar seco que volta ganhar força e as temperaturas entram em gradativa elevação nos próximos dias.
Nesta segunda-feira (23), o sol predomina e não há condições para chuva significativa pelo menos até o fim desta semana. Os termômetros devem registrar a mínima de 15°C e a máxima de 33°C. A umidade do ar deve variar entre 23% e 54%.
Na terça-feira, o dia será ensolarado com pouca nuvens no céu. A noite será de céu aberto. A temperatura mínima prevista é de 17°C e a mínima, de 35°C. A umidade do ar deve chegar a 17% nas horas mais quentes do dia e subir para o máximo de 50%.
Quarta-feira amanhece com céu aberto e poucas nuvens. A noite céu estará limpo. Não há previsão de chuva. A mínima prevista é de 19° C e a máxima de 35°C. A umidade do ar deve baixar para 20% e não deve ultrapassar os 40%.
Na quinta-feira, o sol aparece entre nuvens, mas não há previsão de chuva. Os termômetros devem registrar a mínima de 21° C e a máxima de 35 C. A umidade do ar fica entre 18% e 43%.
Acompanhe o nosso trabalho também nas redes sociais;
Siga a nossa página do Colidernews no Facebook.
Acompanhe nossas matérias no Grupo de WhatsApp.
Saiba tudo do nosso site na pagina oficial do Twitter.
Siga o Colidernews também no Instagram.
Faça parte do nosso grupo de notícias no Telegram.
Junte-se a nós também no Grupo do Colidernews no Signal.
RISCO DE QUEIMADAS
Com a falta de chuva, as temperaturas em elevação e a umidade do ar em queda, a água disponível no solo volta cair, um dos fatores que agrava o risco para queimadas em grande parte da Região Centro-Oeste.
Vale lembrar que ainda é o começo do período seco e essa possibilidade ainda é isolada, e não generalizada. O risco é maior em algumas regiões dos Estado.


