Enquanto esteve foragido da Justiça pelo período de 70 dias, o empresário Éder Augusto Pinheiro, dono do Grupo Verde Transportes e investigado na Operação Rota Final, tentou por meio de seus advogados se apresentar perante o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) para ser ouvido, mas não teria havido interesse por parte dos responsáveis pelas investigações.
Essa informação consta num acórdão da Turma de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) publicado no último dia 5.
Sob relatoria do desembargador Marcos Machado, responsável por decretar a preventiva de Éder Pinheiro na segunda quinzena de maio deste ano para ser cumprida na 3ª fase da operação, o recurso interno foi julgado no dia 15 de julho. O placar ficou em 4 votos a 3 pela manutenção do decreto prisional.
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