Com a decisão do TJ-MT de considerar inconstitucional controlador-geral das prefeituras fora dos quadros efetivos de auditor municipal, muitos prefeitos terão de exonerar seus indicados políticos, vindo a escolher profissionais de carreira, assim como já se tornou prática na Controladoria-Geral do Estado.
Em Rondonópolis, o prefeito Pátio terá de trocar o seu aliado político José Fabrício, assim como a prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos, que tem na Controladoria-Geral Kleber Ferreira (foto), que não possui formação técnica para tal.
A situação é similar em Cáceres, onde o prefeito Francis também será obrigado a demitir o seu controlador-geral Arnaldo Donizete, em Barra do Garças, que tem na gestão da Controladoria Jone Cesar; e em Cuiabá, cujo prefeito Emanuel nomeou no comando da Controladoria-Geral o velho aliado político Nezinho, ex-prefeito de Livramento.


