Vitor tinha acabado de fazer uma prova na unidade da UNEMAT de Colíder, e teria deixado o carro da família no estacionamento e pegou um carro de aplicativo e foi ao encontro de uma pessoa que queria falar com ele, depois disso à família não teve mais noticias do mesmo. Forças de segurança já fizeram várias buscas por áreas denunciadas onde o mesmo poderia estar, mas agora uma semana após seu desaparecimento sua família continua em oração e buscas à fim de encontra-lo.
ENTENDA O CASO: A LINHA DO TEMPO DO DESAPARECIMENTO DE VITOR URSULINO ALVES
O desaparecimento do estudante de Direito Vitor Ursulino Alves, de 23 anos, completa uma semana nesta quinta-feira (18) em Colíder (MT). O caso comoveu a cidade e mobilizou uma força-tarefa das polícias.
Dia 1 (Quinta-feira, 11 de junho) — O Último Trajeto
Vitor é visto pela última vez por volta das 20h ao deixar o campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Colíder. Ele estava vestido de Camiseta de cor branca, calça de cor preta e coturno de cor preta do (Exército Brasileiro), e utilizou um carro de aplicativo para ir até o bairro Bom Jesus e comenta com o motorista que aguardaria uma pessoa no local.
A partir dali, Vitor não atende ligações, não responde mensagens e não faz contato. Nascido em uma família conhecida pela educação e humildade, ele é descrito por amigos como trabalhador, respeitoso e voluntário em ações comunitárias.
Dia 2 (Sexta-feira, 12 de junho) — A Busca Começa
Familiares e amigos iniciam as buscas e acionam as autoridades. A notícia se espalha nas redes sociais e grupos de WhatsApp. Uma força-tarefa com Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros é montada para realizar diligências e varreduras. A família divulga cartazes em redes sociais com contatos para informações.
Dia 3 (Sábado, 13 de junho) — Angústia e Mobilização
A população de Colíder vive dias de apreensão. Amigos e moradores se unem em correntes de oração e buscas tentando encontra-lo. Vitor, que além de estudar Direito atua como monitor escolar e voluntário no Tiro de Guerra, é uma figura conhecida na cidade.
Dia 4 (Domingo, 14 de junho) — Investigações se Intensificam
A mãe de Vitor, Luciana, faz apelos públicos: “Já são cinco dias sem notícias do meu filho... Pedimos que qualquer pessoa que saiba de algo entre em contato”. A Polícia Civil avança no cruzamento de dados para reconstruir os últimos passos do jovem. Surge a principal linha de investigação: Vitor pode ter sido vítima de sequestro por uma facção criminosa e levado a um "tribunal do crime". A informação sobre o carro de aplicativo e o destino no bairro Maria Antônia se torna central.
Dia 5 (Segunda-feira, 15 de junho) — As investigações e buscas continuam
Policiais civis e militares realizam buscas e informações pela cidade e zona rural à fim de encontrarem o paradeiro do Vitor, e checarem algumas informações e denuncias que chegavam à todo instante.
Dia 6 (Terça-feira, 16 de junho) — Operação Caronte e Primeira Morte
A Polícia Civil deflagra a Operação Caronte com 10 mandados de busca e apreensão e 1 prisão. Durante uma das ações, Ilael Macedo da Silva, 26 anos, investigado por tráfico e apontado como "disciplina" de facção, reage ao abordagem e morre em confronto com a CORE. O delegado Adan Ximenes afirma que as investigações continuam e detalhes não podem ser divulgados para não comprometer o caso.
Dia 7 (Quarta-feira, 17 de junho) — Uma Semana de Silêncio
Completam-se sete dias sem notícias. A Operação Caronte segue em andamento. Familiares, amigos e forças de segurança mantêm a esperança e as buscas. A Polícia Civil ainda não divulgou a localização de Vitor nem a confirmação de seu envolvimento com os suspeitos mortos.
COMO AJUDAR
Qualquer informação sobre o paradeiro de Vitor pode ser repassada anonimamente para:
· Polícia Militar: 190
· Polícia Civil: 197
· Familiares: (66) 99964-8314 (Silmar) | (66) 99614-6633 (Luciana)


