A longevidade humana é um assunto que desperta o interesse dos pesquisadores há muitos anos. Embora o tempo de vida das populações esteja cada vez mais longo, esse número ainda não é suficiente aos olhos da ciência.
Ao comparar a vida humana com a de alguns animais que vivem mais, estudiosos identificaram uma possível resposta a esse questionamento. Entenda como a reprogramação do DNA humano, baseada em um animal, pode proporcionar muitos anos de vida.
Humanos próximos à eternidade
O estudo da vida animal oferece aos pesquisadores diversos aspectos importantes para o desenvolvimento de fatores que melhoram a qualidade de vida dos humanos. Da mesma forma, o tempo de vida de alguns animais, como por exemplo, as baleias, é algo que gera curiosidade e interesse.
Recentemente, em entrevista para a revista Scientific American, o cientista João Pedro de Magalhães afirmou a possibilidade de prolongar a vida humana por meio de algumas modificações no material genético.
O especialista destaca que, embora ainda não seja possível realizar tais alterações, assim que a tecnologia necessária for desenvolvida, o corpo humano poderá interromper o processo de envelhecimento.

Imagem: Canva
Mudança na programação humana
Para explicar como isso ocorreria, Magalhães faz alusão a um serviço de programação das células que, nos primeiros anos de vida, oferece o processo de crescimento e desenvolvimento. Porém, com o passar do tempo, esse serviço não funciona de maneira positiva.
Ao comparar com as baleias-da-groenlândia, que podem viver aproximadamente 200 anos, percebe-se que o DNA humano não apresenta um elemento importante para estimular o reparo das células. Caso a humanidade possuísse esse fator, a expectativa de vida média poderia se aproximar dos mil anos.
Na visão do especialista, essa nova programação pode auxiliar pessoas a viver até 20 mil anos. No entanto, uma questão importante deve ser levantada: como o planeta e todo o sistema sobreviveriam a esses humanos quase imortais?

Imagem: Canva
Acompanhe o nosso trabalho também nas redes sociais;
Siga a nossa página do Colidernews no Facebook.
Acompanhe nossas matérias no Grupo de WhatsApp.
Saiba tudo do nosso site na pagina oficial do Twitter.
Siga o Colidernews também no Instagram.
Faça parte do nosso grupo de notícias no Telegram.
Junte-se ao Grupo do Colidernews no Signal.
Assim, todos teriam que se adaptar à nova realidade e aprender um pouco com as baleias-da-groenlândia.


