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'Inocentada', empresária pede retirada de tornozeleira e devolução de arma

Maria Angélica Caixeta é suspeita de ser a mandante da morte

11 Fev 2024 às 19:34
Folha Max
Rep. Folha Max

A defesa da empresária Maria Angélica Caixeta Gontijo, suposta mandante do assassinato do advogado Roberto Zampieri, pede na justiça a devolução do seu passaporte, de armas de fogo apreendidas, além do fim do monitoramento eletrônico. As informações são do Olhar Jurídico.


Maria Angélica Caixeta pede ainda a devolução do seu registro de colecionador, atirador desportivo e caçador (CAC), o fim da necessidade de informar ao juízo suas atividades, seu registro de porte de arma de fogo e celulares.

A defesa da suspeita alega que ela não foi indiciada pela Polícia Judiciária Civil (PJC), que investiga o assassinato do advogado.

“Veja, Excelência, que não há motivos para manter acautelado quem, sequer, foi indiciado, ou melhor, quem, ao menos, possui vínculo com o crime que motivou a aplicação das medidas cautelares diversas da prisão”, alega a defesa.

Os pedidos ainda estão sob análise do Poder Judiciário de Mato Grosso, que ainda não tomou uma decisão sobre o caso.

EXECUÇÃO

Roberto Zampieri foi assassinado na noite do dia 5 de dezembro de 2023, em frente ao seu escritório no bairro Bosque da Saúde, na Capital. A vítima estava dentro de uma pick-up Fiat Toro quando foi atingida pelo executor com diversos disparos de arma de fogo.

O atirador, identificado como Antônio Gomes da Silva, de 56 anos, foi preso na cidade de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). O mandado de prisão contra o pistoleiro foi cumprido pela Delegacia de Homicídios da capital mineira em apoio à Polícia Civil de Mato Grosso, que investiga o crime ocorrido contra o advogado.

Já a suspeita de ser a mandante do crime, a empresária e farmacêutica Maria Angélica Caixeta Borges Gontijo, foi presa na cidade de Patos de Minas, no sudeste mineiro. No momento da prisão, ela estava com uma pistola 9 milímetros, do mesmo calibre que o utilizado no homicídio do advogado.

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A motivação do assassinato seria uma disputa de terras no Araguaia, região leste de Mato Grosso.

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