Jennifer publicou imagens da garrafa e do bilhete nas redes sociais, na tentativa de descobrir quem era Morrow. A publicação acabou levando até Michele Primeau, filha do autor.
Segundo Michele, o pai tinha cerca de 17 ou 18 anos quando escreveu a mensagem. Para confirmar a autoria, ela comparou a caligrafia do bilhete com a de um antigo diário escrito por George durante a Segunda Guerra Mundial.
A semelhança ajudou a confirmar que o jovem que havia colocado a garrafa no rio quase um século antes era, de fato, seu pai.
Ele morreu em 1995, aos 86 anos, e por isso nunca soube que sua mensagem havia permanecido no rio por décadas antes de ser encontrada.
A filha contou ainda que o episódio combinava com a personalidade do pai, que gostava de guardar lembranças e deixar mensagens. A família chegou inclusive a lançar outra garrafa com um bilhete durante uma viagem ao Lago Huron.
Depois de conhecer a história, Michele decidiu que a garrafa deveria permanecer com Jennifer. O objeto foi colocado em uma vitrine no estabelecimento da mergulhadora, acompanhado de uma carta enviada pela família.


