O dono do AliExpress, Jack Ma, após facilitar as importações de produtos da China para consumidores brasileiros, agora quer impulsionar outra rota: viabilizar a exportação de produtos do Brasil para compradores chineses. A ideia é transformar o seu site em um ecossistema de vendas digitais para pequenos e médios empreendedores, e assim reforçar uma modalidade que não é tão explorada no momento.
JACK MA QUER IMPULSIONAR OUTRA ROTA: VIABILIZAR A EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS DO BRASIL PARA COMPRADORES CHINESES.
O bilionário que possui uma fortuna de aproximadamente US$ 33 bilhões, neste momento, está focando em alguns produtos mais simples, como mel, própolis, café, açaí e outros similares. Apesar dos itens serem vendidos em outros segmentos do Alibaba, normalmente não são transações concretizadas por brasileiros nativos.

Um pouco mais sobre o sucesso do AliExpress
As investidas de Jack Ma ficaram conhecidas no nosso país com o sucesso do AliExpress, local virtual que o indivíduo pode comprar diversos itens direto da China, sejam tecnológicos e/ou vestimentas, por preços reduzidos se comparados ao mercado nacional. A importação é realizada mediante pagamento de uma taxa de 60% à Receita Federal, que tributa a mercadoria quando chega ao país.
AS INVESTIDAS DE JACK MA FICARAM CONHECIDAS NO NOSSO PAÍS COM O SUCESSO DO ALIEXPRESS.
Olhando para o cenário do atacado global, exportações dos nossos produtos para consumidores chineses corresponderam a uma fatia de US$ 253 milhões apenas em 2021, no ecossistema de comércio eletrônico do Alibaba. Simultaneamente, companhias norte-americanas, que exploram melhor este nicho, alcançaram a impressionante marca de US$ 61 bilhões em transações comerciais com a China.
Estima-se que, ao não explorar corretamente este mercado, o Brasil perca cerca de R$ 50 milhões por mês, de acordo com projeções do próprio Alibaba. Qual é a sua opinião sobre esta ideia? Acredita que exportações serão impulsionadas com este projeto? Compartilhe o seu ponto de vista e as suas experiências nesta matéria!
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Fonte: Estadão
Postado por: uilherme Pinheiro l Mundo Conectado



