Pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG e do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) isolaram células-tronco do tecido muscular do frango e as reproduziram em laboratório, gerando, em apenas duas semanas, um pequeno pedaço de carne muscular. O estudo é liderado pelas professoras Erika Cristina Jorge e Luciana Andrade, ambas do Departamento de Morfologia do ICB.
“Isolamos o que chamamos de ‘células satélites’, que nada mais são do que células-tronco presentes em todo músculo. Exploramos o potencial dessas células por meio do cultivo, oferecendo a elas os nutrientes necessários para sua proliferação”, explica Érika Jorge.
Acompanhe o nosso trabalho também nas redes sociais;
Siga a nossa página do Colidernews no Facebook.
Acompanhe nossas matérias no Grupo de WhatsApp.
Saiba tudo do nosso site na pagina oficial do Twitter.
Siga o Colidernews também no Instagram.
Faça parte do nosso grupo de notícias no Telegram.
Junte-se a nós também no Grupo do Colidernews no Signal.
Segundo ela, todo o processo de “produção” da carne ocorre sem alteração genética das células. “Quando fazemos academia, pensando na hipertrofia muscular, ou quando nos machucamos, os músculos se proliferam por meio de regeneração. O método que desenvolvemos baseia-se nessa lógica, ou seja, usamos a capacidade natural das células musculares para gerar um novo tecido”, acrescenta Erika.


