O governo federal lançou nesta sexta-feira (11) o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF) que tem por objetivo pensar em estratégias para aumentar a produção dos insumos no país e reduzir a dependência do mercado externo de 85% para 45% até 2050.
Atualmente, o Brasil ocupa a 4ª posição mundial, com cerca de 8% do consumo global de fertilizantes. O potássio é o principal nutriente utilizado pelos produtores nacionais (38%), seguido pelo fósforo (33%) e pelo nitrogênio (29%).
Apesar de ser um grande produtor agrícola, o país ainda depende da importação de mais de 85% desses insumos, segundo dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda). Por isso, acaba vulnerável às oscilações no mercado internacional.
As estratégias começaram a ser elaboradas ainda em 2021 e foram lançadas agora em meio às preocupações de escassez dadas pelo ataque russo à Ucrânia. A Rússia é um dos principais fornecedores de fertilizantes para o Brasil.
O documento também institui o Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas, responsável por coordenar a implementação do Plano Nacional de Fertilizantes.
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Participaram da cerimônia de lançamento, no Palácio do Planalto, o presidente, Jair Bolsonaro; a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina; o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque; o ministro da Economia, Paulo Guedes; e o Secretário Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Flávio Rocha.


