Jaíra Gonçalves de Arruda Oliveira, de 43 anos, foi condenada pelo júri popular nesta sexta-feira (10), a 26 anos e oito meses de prisão, em regime inicial fechado, por matar envenenada a enteada em 2019.
O julgamento começou nesta quinta-feira (9) e terminou hoje no Fórum de Cuiabá. Mirella Poliane Chue de Oliveira, de 11 anos, morreu em 14 de junho de 2019, após ser internada em um hospital particular de Cuiabá. Exames detectaram duas substâncias no sangue da vítima: uma delas veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.
De acordo com denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), a mulher matou a menina para ficar com a herança dela. A vítima tinha direito a R$ 800 mil que recebeu de um hospital particular como indenização pela morte da mãe dela no parto. Mirela só teria acesso aos valores quando completasse 18 anos. Ainda conforme o MPE, a madrasta ministrou o veneno gota a gota, em pequenas doses durante dois meses, entre abril e junho de 2019.
Acompanhe o nosso trabalho também nas redes sociais;
Siga a nossa página do Colidernews no Facebook.
Acompanhe nossas matérias no Grupo de WhatsApp.
Saiba tudo do nosso site na pagina oficial do Twitter.
Siga o Colidernews também no Instagram.
Faça parte do nosso grupo de notícias no Telegram.
Junte-se a nós também no Grupo do Colidernews no Signal.
O júri, presidido pela juíza Mônica Perri, ouviu várias testemunhas nestes dois dias, como o pai da criança, a avó materna e a própria condenada. Jaira já está presa desde setembro de 2019, após investigação da Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica).


