Policiais militares encontraram numa região conhecida como Fazendinha, em Várzea Grande, uma ossada do jovem Rian Leal Gonzaga da Silva, o "Catarro". Ele estava desaparecido desde 29 de setembro.
Segundo as informações, ele foi morto por ordem de uma facção criminosa. Um suspeito, de iniciais L.S.A., foi preso no pet shop em que trabalha, no bairro Mapim. Ele confessou o crime e foi o responsável por indicar o local onde estava o corpo.
O acusado teria revelado que a vítima é acusada de estuprar a própria irmã. Segundo ele, no dia do crime, "atraiu" a vítima ao chamá-la para participar de um roubo a uma motocicleta na região da Passagem da Conceição. Porém, quando chegaram numa região de chácaras, conhecida como Fazendinha, efetuou um disparo de pistola na cabeça dela.
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Em seguida, a arrastou para uma região de mata para esconder o corpo. Antes de deixar o local, atirou outras vezes contra "Catarro".
Após levar os policiais ao local onde estava o corpo, o acusado informou que a arma usada no crime estava em sua residência. Chegando ao local, policiais descobriram que a mãe do jovem havia levado a arma para uma casa abandonada na vizinhança, já sabendo que o filho havia sido preso. Ela também recebeu voz de prisão.
Apesar de terem chegado ao assassino de Rian Leal, policiais acreditam que ele não agiu sozinho. Denúncia anônima aponta que pelo menos outras três pessoas participaram do crime.
O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).


