O pré-candidato ao governo, Mauro Mendes (DEM) rebateu o deputado estadual Zeca Viana (PDT), que afirmou que a escolha do ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) para disputar a vaga de pré-candidato ao Senado pela chapa do democrata foi uma imposição do presidente do MDB em Mato Grosso, deputado federal Carlos Bezerra. Viana apoia o nome do deputado federal Adilton Sacheti (PRB).
No entanto, Mauro afirmou que iniciou as conversas com o PSD muito antes da chegada do MDB ao arco de alianças. “Na verdade, nós estávamos conversando com o PSD muito antes do MDB vir falar conosco e estabelecer essa possibilidade de nos apoiar”, disse.
Com a exclusão de Sachetti, Zeca disse ainda que não está descartada a possibilidade de o PDT deixar de apoiar Mauro e migrar para o arco de aliança que apoia a pré-candidatura do senador Wellington Fagundes (PR), ou mesmo lançar candidatura própria com o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta, fato que foi minimizado por Mauro Mendes.
“Respeito muito o Zeca. É um cara muito firme, intempestivo, mas muito querido. Tenho certeza que nós estaremos juntos porque ele é um homem do bem. Embora seja uma pessoa que tem uma explosão, uma energia muito grande”.
Sachetti foi informado que não teria espaço na chapa para concorrer ao Senado pelo próprio Mauro na manhã de quinta-feira (26), por meio de nota a imprensa, ele disse que iria procurar viabilizar sua pré-candidatura de forma avulsa ou pelo grupo de Wellington.
Mauro garante que tentou mantê-lo no arco de aliança, oferecendo a vice-governadora, porém, Sachetti não quis abrir mão de disputar a senatoria. “Conversamos pela manhã e apresentei a proposta para ele ser vice, mas ele preferiu seguir aquilo que ele chama de um sonho dele de ser candidato ao Senado e eu respeito”, disse.


